quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Prisões

Nesse final de semana, li uma coluna no Jornal de Piracicaba e assisti a um filme os quais me fizeram pensar muito nas prisões que estão presentes em nossas vidas.


Infelizmente, não me lembro do título da coluna (fato corriqueiro nas últimas semanas esse meu esquecimento), mas foi escrito por um psicanalista, que contava a história de dois amigos soldados conversando sobre suas mulheres durante a guerra. Um deles era completamente aprisionado por seu ciúmes, e abandonou sua mulher quando desconfiou que estava sendo traído, sem ao menos lhe dar a chance de uma explicação.
Os fantasmas e fantasias que o aprisionavam foram mais fortes que a comunicação e o enfrentamento da realidade, fazendo-o se antecipar numa decisão bem mais dolorosa do que esse enfrentamento.

Após a leitura dessa coluna, onde estava com a equipe de meu trabalho, discutimos o quanto nos aprisionamos em ideais e esteriótipos que não correspondem com o real e que nos trazem grande sofrimento.

No dia seguinte, procurei um filme para assistir. Escolhi um filme clássico que ainda não conhecia, o famoso "Bonequinha de Luxo" (com Audrey Hepburn de 1961).
No início, confesso que achei o enrendo um tanto quanto vago e quase desisti, procurando um filme o qual condizia com meu humor naquele dia (tenho o costume de escolher os filmes conforme meu humor), e então, o cinema e a ocasionalidade não me decepcionaram!
Depois de conhecer a história de uma jovem garota de programa que abandona a vida caipira para ganhar dinheiro em Nova Iorque e que nega seus sentimentos para não perder de vista seu sonho de mundo capitalista, o final me fez entender porque (in)voluntariamente havia escolhido aquele filme para assistir.

Holly (Audrey Hepburn) se apaixona por seu vizinho (Paul - George Peppard), mas ao mesmo tempo que essa paixão é visível, ela não é declarada.
Paul é bonito mas não é rico, sendo assim, não poderá lhe oferecer os luxos que deseja. Mas o rapaz se entrega, se declara e se dispõe a fazer o que for necessário para ficar com ela. Infelizmente isso é pouco para Holly.
O desejo de ser bem quista, abusar do consumismo e ser reconhecida como esposa de um homem rico falam mais alto, e então o possível romance do gracioso casal está por um triz.

Paul, percebendo toda a essência de Holly (como já escrevi na postagem "Sua essência é seu perfume") e sua resistência, continua na luta para conquistar a bonequinha.
Eis que, ao final do filme, sutilmente (ou não tão sutilmente assim), Paul fala das prisões que cercam a vida de Holly (as "jaulas"), que impedem-na de viver com quem deseja e de experimentar relações que ultrapassam suas necessidades materiais, profissionais ou de ego. E faz com que reflita sobre o que realmente deseja naquele momento.

A Psicanálise e as "prisões"
Puxando um pouco para a Psicanálise, Freud teorizou em 1920 no texto "Além do Princípio do Prazer" duas constituições de ego que fazem parte do nosso eu: o "ego ideal" e o "ego real". Estes conceitos dizem, a grosso modo, o seguinte: o ego ideal é aquele que nos preenche de coisas que achamos ideais para nossa vida (usando o exemplo do filme, onde Holly achava que o ideal era ter um bom status e dinheiro), mas que não condiz com a realidade posta; e o ego real, que é a constituição de um "eu" que se baseia a partir daquilo que se existe de real em nossa vida, ou seja, ele usará aquilo que "tem" e o transformará em novas experiências e vivências (assim como Paul, que tinha consciência de sua condição e de seus sentimentos, mas que não o impossibilitaram de buscar o que desejava).
Sendo assim, Paul, inserido naquela realidade que viviam e consciente de todas as dificuldades e do verdadeiro desejo de Holly (que também era estar com ele), mostrou o quanto ela estava se aprisionando pelas correntes construídas por seu ego ideal.
E foi aí, na última cena do filme (que trago ao final dessa postagem mas que não exclui a possibilidade de conhecer todo o longa) quando percebi o quanto esse assunto se mostrou latente e necessário para os últimos dias que passaram em minha semana.

O ser humano e suas "prisões"
Quando falamos de prisões e de ideais que construímos em nossa vida, estamos falando de todos os sujeitos, pois dificilmente existe alguém que não sofra com suas convicções e desejos os quais se mostram incompatíveis com a realidade posta. Porém, podemos falar também sobre um conhecimento e aceitação da realidade (que pode ser vivido por qualquer ser humano) que ameniza e liberta o sujeito do sofrimento, o qual é gerado quando conscientiza-se de que não pode ter ou ser aquilo que deseja.
Estar consciente da realidade que nos cerca, apesar de não parecer, é menos doído do que viver num mundo de fantasias. Ao menos essa dor tem um sentido e nos ensina a viver com aquilo que nos é possível e apresentado. Desta maneira, podemos então pensar o quanto ainda somos "autorizados" a nos libertar de tais prisões.

Refletindo...
Quando terminei de assistir o filme e me lembrei da coluna do jornal, entendi que aquilo estava "me sendo dito" por estar justamente nessa transição.
Deixar cair o véu que embeleza e camufla nossa vida é dolorido, porém isso traz consigo prazeres efetivos os quais nossos ideais não nos proporcionam. Buscar o ideal é viver em função de algo inalcançável, é justificar que o outro (sujeito ou objeto) é sempre melhor do que aquilo que possuímos no presente momento.
Essa experiência dolorida (como qualquer outra experiência) nos ensina o que podemos fazer com o que a vida nos proporciona neste instante. Viver, e não mais fantasiar.

Acho que, para uma boa reflexão, cada um não deveria se perguntar qual sua prisão, mas sim qual a realidade que lhe é apresentada no "agora".
Acredito que só dessa maneira é que talvez consigamos sair das fantasias que nos escravizam, para a vivência de experiências que estão a disposição em nossa vida, sejam elas amargas ou doces, porém experiências REAIS.
Taí, um grande desafio que demanda tempo e coragem, mas que no final, vale muito a pena!
Me sinto feliz por estar nessa transição, mesmo que ainda me perca no caminho.

E para terminar, deliciem-se com o link da parte final do filme: https://www.youtube.com/watch?v=gVOciQo_4bE



Informações sobre o filme "Bonequinha de Luxo"
Título Original: Breakfast at Tiffany's
Ano: 1961
Diretor: Blake Edwards
Gênero: Drama/Comédia
País: Estados Unidos
Duração: 1h 55min
Sinopse: Holly Golightly (Audrey Hepburn) é uma garota de programa nova-iorquina que está decidida a casar-se com um milionário. Perdida entre a inocência, ambição e futilidade, ela toma seus cafés da manhã em frente à famosa joalheria Tiffany`s, na intenção de fugir dos problemas. Seus planos mudam quando conhece Paul Varjak (George Peppard), um jovem escritor bancado pela amante que se torna seu vizinho, com quem se envolve. Apesar do interesse em Paul, Holly reluta em se entregar a um amor que contraria seus objetivos de tornar-se rica.
Assista online: http://reviufilmes.blogspot.com.br/2013/08/bonequinha-de-luxo-filme-online.html

Abç... Patrícia.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O primeiro de muitos...

Hoje venho com a indicação de um filme que caiu muito bem para a fase a qual estou passando.
Num dia desses, aleatoriamente escolhi assisti-lo. De repente, vi que estava vendo um filme parecido com o da minha vida.



O longa conta a história de uma família que está passando por mudanças inerentes ao seu processo de envelhecimento. Constituída por um casal (Robert e Marie) e seus 3 filhos (Fleur, Raphael e Albert), a história começa quando o filho mais velho, Albert, decide sair de casa. E com isso, as frustrações dos pais e a saudade dos irmãos começam a tomar lugar.

O desenrolar deste longa é recheado com episódios que contam os conflitos que o amadurecer e suas mudanças ocasionam em uma família. Foi gostoso assistir tudo isso e pensar no movimento de minha irmã sair de casa. A dor no peito é grande, e me senti como os irmãos de Albert, que ficam com a sensação de um pedaço a menos ao seu lado. Todas as lembranças, as sensações, os risos, as brigas e o convívio passam junto com a história em sua cabeça, e senti que estava passando por tudo aquilo junto com aquela família.

Retratos, mortes, despedidas, abraços, amores, angústias, diários, brigas, beijos, e tudo aquilo que um convívio familiar pode nos proporcionar. A dor da "partida" e do distanciamento é forte, mas começamos a entender o quanto isso é inevitável. Poder assistir essa história nos acolhe e nos mostra que o laço afetivo que liga seus membros é mais forte que toda esta dor da separação.
Ao final, o choro veio junto, mas entender que tal amadurecimento e mudança é indispensável para nosso crescimento pessoal se torna confortante.

Deixo essa indicação para o dia de hoje, pois além da história, existe o bônus de ser um filme francês com toda sua maravilhosa fotografia, foco nada convencional e humor tímido e agradável. Se alguém estiver nesse processo, assim como eu, irá adorá-lo! Ou, no mínimo já viveu ou viverá tal processo nessa vida, caindo também como uma luva!



O primeiro dia do resto da tua vida
Título original: Le Premier Jour Du Reste De Ta Vie
Direção: Rémi Bezançon
Gênero: Drama
Tempo de duração: 114 minutos
Ano de lançamento: 2008
País: França
Sinopse: Marie-Jeanne e Robert Duval têm três filhos: Albert, Raphaël e Fleur. O retrato da sua família é delineado ao longo dos anos, em apenas cinco dias muito particulares. "O primeiro dia do resto da tua vida", ou cinco dias decisivos, numa família de cinco pessoas. Os cinco dias mais importantes que todos os outros, em que nada será como dantes.

Abç... Patrícia.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O poema da menina


Há algumas semanas atrás, mexendo em papéis guardados no fundo do guarda-roupa, achei um tesouro. Um tesouro meu, pra mim mesma.
Foi quando percebi que meu gosto por escrever vem de pequena.

No meio de tanta coisa, encontrei capítulos de um livro que escrevia, e algumas poesias que fiz num momento de paixão para uma pessoa que "gostava" no momento em questão.
Como fiquei me sentindo presenteada com registros meus de tanto tempo atrás, que nem sabia mais que existiam, resolvi compartilhar aqui um dos poemas que escrevi.

Porém, adianto que não encontrarão uma escritora cheia de dotes literários, afinal, só tinha meus 12 anos de idade. E sobre o amor, talvez ainda não soubesse o que ele significa, mas estava na tentativa de descobri-lo.
Apenas a ousadia da escrita é que levo em consideração e trago na postagem de hoje.
Me orgulhei de mim mesma. Da ousadia, da sublimação.
Abç... Patrícia.

Por quê?

Por que eu não posso
te ver todos os dias?
Por que não te tenho
em meus braços?

Por que eu só sei
dizer: eu te amo?
Por que não durmo
sem chorar?

Por que choro?
Por que não te vejo todos os dias?
Por que digo eu te amo?
Por que quero você em meus braços?

Me explique,
quero saber,
não aguento mais
tanto sofrimento.

Pode não parecer
que tenho esperança
em relação a você
mas dentro de mim sei disso!

Por que ela e não eu?
Por que eu sofrer e não ela?
Por que ilusão?
Por que tenho raiva dela?

Por quê?
Porque não sei.
Não sei o quê?
Esperar?

Esperar?
Quanto?
Bastante?
Pouco?

Não importa,
esperar faz parte da vida,
e eu faço parte da vida
e faço o que ela manda!

Ela me mandou esperar.
Estou há muito tempo
cumprindo isso,
e ainda não me cansei.

Espero, o tempo que for preciso,
o tempo que precisar.
Por você não tem problema,
vivo até não poder mais esperar.

Por que isso?
Porque te quero.
Por que amor?
Porque te espero!

Patrícia Olandini - 09/09/2000 - 12 anos

terça-feira, 23 de julho de 2013

Mudança

Por motivos de compromisso e falta de tempo hábil, as publicações semanais do Catexizando serão transferidas para as quartas-feiras!
Amanhã tem publicação fresquinha! É só clicar!

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Sua essência é seu perfume

Hoje estava voltando pra casa refletindo sobre algumas pessoas, mas não sabia exatamente sobre o que. No caminho, comecei a reparar no perfume de uma mulher que estava ao meu lado, e ao mesmo tempo em que ela emanava um cheiro doce, sentia-se também um resquício de suor, como alguém que estava há muitas horas fora de casa.
Durante os poucos minutos que estive ao seu lado, ouvi-a conversar ao celular. Era uma pessoa doce, simpática, simples e espontânea.
Foi de repente que entendi no que estava pensando: na essência das pessoas. Comecei a pensar em pessoas que me rodeiam atualmente e o quanto elas são ou não agradáveis para mim, assim como um perfume.

O perfume, como talvez a maioria já tenha percebido, desperta em cada um, uma reação diferente. Alguns gostam de perfumes cítricos, outros, de perfumes com essências mais adocicadas, e assim por diante...
Tem também aqueles perfumes que nos agradam imensamente ou que dão dores de cabeça tão fortes que nos perturbam um dia inteiro. E assim, cada pessoa tem sua preferência.

Mas o perfume, nada mais é, do que uma junção de essências. 

Sem querer, sentindo o perfume da mulher que estava ao meu lado, comecei a pensar o quanto uma analogia tão simples e previsível pode dizer muito sobre as pessoas.
Cada atitude, gesto, palavra ou ação carrega consigo uma parcela da essência de alguém. Algumas nos agradam, outras nos enjoam ou outras desprezamos, porque resultam do que suas essências provocam em nós.
Gostar de coisas simples, sinceras e espontâneas vão agradar aqueles que compartilham disto. Gestos vazios, infelizes e sem brilho, irão atrair aqueles que emitem os mesmos sinais. É assim como nossos gostos para os perfumes: cada um irá gostar daquilo que lhe satisfaz e faz sentir-se melhor.

Foi assim que entendi como passei a selecionar as pessoas que estão ao meu lado nos últimos tempos: pelo seu perfume, tão agradável quanto sua essência. Um perfume que não se sente olfativamente ou está a venda em qualquer loja, mas sim, um perfume que carregamos conosco e que conquista o outro com nossas ações.

Enquanto a mulher que estava ao meu lado falava, e eu sentia o seu perfume, comecei a talvez entender o porque de tanta mistura. Pensei no quanto somos repletos destas misturas, e senti também que talvez pudesse estar ao lado de alguém o qual mantém sua essência doce, apesar do dia pode ter lhe trazido tanto cansaço.
Um perfume que se manteve agradável. Provavelmente um leve resultado daquilo que emana sua essência.

Percebi então o quanto estes gestos tão simples puderam me ajudar a entender aquilo que tanto estou procurando nas pessoas, mas não conseguia nomear: essência!
Aquilo que cada um possui, independentemente de desejar ou não. Algo que nos atrai ou nos repele. Algo tão simples, mas tão revelador. Algo que nos faz entender, através de pessoas, o perfume que tanto buscamos... 

...o perfume da vida!

Sentindo...
Sentir o"cheiro" das pessoas nos ajuda a selecionar aqueles que desejamos ao nosso lado. Semelhantes.
Hoje, minha essência talvez esteja um pouco cítrica mas mantém com pitadas um tanto quanto doces.
E a sua, como está?

Abç... Patrícia.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

As pálpebras e os encontros

Ontem assisti a um filme que me fez pensar bastante em qual era a essência de sua história.
Fiquei com duas opções em minha cabeça, e sobre elas irei discorrer brevemente.



O filme em questão chama-se "Pálpebras Azuis" (Párpados Azules em espanhol), e conta a história de uma moça, Marina, que ganha uma viagem para a praia, com direito a um acompanhante. Entretanto, Marina é uma pessoa sozinha, sem amigos ou familiares próximos. É quando se encontra com Victor, um colega de escola que vive similarmente a protagonista.
E com o objetivo de viajarem juntos, começam a se conhecer. Saem, dançam, jantam juntos. Porém, as feições não esboçam prazeres ou muitos sorrisos quando estão um na companhia do outro, tornando-se algo mecânico, superficial.

Fiquei o filme todo torcendo para que dali saísse uma história de amor fervorosa. É nesse ponto que os filmes alternativos nos enganam, ou na verdade, nos colocam na realidade.
Por que o amor precisa ser sempre cheio de brilho no olhar ou efusividades nas feições? As vezes ele nasce da onde menos esperamos.
E assim tentei entender se, ao final da história, aquele era um amor discreto, ainda com seus pudores ou, um medo da solidão que ocasionou o encontro de duas pessoas tão sozinhas.

A segunda opção me chamou muito a atenção, pois vejo quase que diariamente situações em que pessoas se sujeitam a qualquer relacionamento pelo simples (e forte) medo de envelhecerem sozinhas.
Numa grande parte da história, acreditei que aquele era um amor contido, mas ao final dele continuei com minhas dúvidas. Será que essa era mais uma história onde a condição de viver sozinho é fortemente inaceitável, mesmo que não declarado? Ou o amor se manifesta nas atitudes mais simples da vida?

Talvez as duas opiniões se mantenham fortes até o fim do filme, pois ele é um mesclado de descobertas com apreensões. Mas o fato de se permitirem ao encontro possa ser o brilho nos olhos que tanto esperamos encontrar nas histórias em que vemos ou assistimos. Pois o amor poder estar aí, como disse nosso querido e eterno poeta Vinícius de Moraes... "nos encontros"!!

Mas como cada experiência e opinião é única, nada como poder assistir ao filme para obter a sua!
A fotografia e as expressões do filme são muito fortes, mesmo sendo tão simples. E a beleza de Marina, tão apática em alguns momentos, é de se encher os olhos!
Fica a dica para quem gosta de filmes alternativos, com um bônus por ser latino-americano!

Título Original: Párpados Azules
Sinopse: Feliz ganhadora de uma viagem para dois à paradisíaca Praia Salamandra, Marina se dá conta de que não tem com quem compartilhar o prêmio, assim que convida a um antigo companheiro de colégio a acompanhá-la.
Duração: 98 min
Gênero: Comédia, Drama
Direção: Ernesto Contreras
País de Origem: México
Ano: 2007
Não recomendado para menores de 12 anos



Assista online: http://reviufilmes.blogspot.com.br/2013/03/palpebras-azuis-filme-online-legendado.html

Abç... Patrícia.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Clássicos e Cults Online

A postagem de hoje é breve mas muito rica.
Há tempos que venho procurando sites com filmes online (pois não sou muito fã de baixar arquivos), e o único site que encontrei e estava usando ultimamente era preenchido apenas por filmes hollywoodianos. Apenas uns ou outros eram clássicos, mas era muito difícil de se encontrar.
Até que nesse fim de semana, numa pesquisa simples e rápida no senhor Google, descobri um site muito bom chamado "Reviu Filmes", totalmente preenchido por filmes clássicos e cult.

Como assistir?
Para assistir o filme escolhido, é só clicar no vídeo que aparece logo abaixo do cartaz, o qual já possui o filme completo. Alguns só começam após você clicar em alguns links de propaganda, mas fique tranquilo que não contém vírus!

Fui salva nesse final de semana, e não por qualquer filme melodrámatico que encontramos por aí.
Com diretores como Martin Scorsese, Woody Allen, Alfred Hitchcock, Almodóvar em diante, e com filmes da década de 1940 até os anos 2000, dá para se deliciar e aproveitar várias horas do final de semana!
O que também vai render futuras postagens críticas de filmes aqui no blog!



E como palavra de alguém que já passou por muitos sites, esse eu digo que vale muito a pena!!!

Segue o link. Aproveitem!!
http://reviufilmes.blogspot.com.br/

Abç... Patrícia.